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Análise - Resident Evil Code: Veronica (DC)

Por: em 18/03/2011 - 15:02
1924 VisualizaçõesComentar (2)

 

Resident Evil Code: Veronica é o quarto jogo da série a ser lançado, contrariando a crença de muitos de que o quarto jogo seria Resident Evil 4. O game foi lançado no ano de 2000, e era exclusivo para Dreamcast. Mais tarde ,o Japão recebeu uma versão “completa”, entitulada Resident Evil Code: Veronica Complete.  No resto do mundo, essa versão ficou conhecida como Resident Evil Code: Veronica X, e foi lançada para o PlayStation 2 e, mais tarde, para o Game Cube. A versão X trazia algumas novidades, como a mudança de visual do personagem Steve, alterações na tela de ranking final, e novas cenas durante o jogo, como uma luta corpo-a-corpo entre Chris e Wesker.

Devido a história apresentada no jogo, Resident Evil Code: Veronica passou a ser considerado uma sequência direta de Resident Evil 2. As semelhanças com o segundo game da série são perceptíveis,como o fato do jogador contralar 2 personagens durante o desenrolar da trama.
Resident Evil Code: Veronica é considerado por muitos um dos melhores jogos da série, seja por sua história cheia de fatos macabros, ou pelos seus gráficos muito evoluídos para a época.

História

 

A história de Code: Veronica é considerada uma das melhores da série. A trama é envolvente, fascinante e amedrontadora.
Algum tempo depois após sua saída de Raccon City (Resident Evil 2), Claire Redfield vai até a Europa, numa busca desesperada por algo que possa lhe ajudar a encontrar seu irmão, Chris Redfield (protagonista do primeiro jogo da série). Após invadir a base da Umbrella Corp. na Europa, Claire é presa, e enviada à ilha Rockfort (que provavelmente se localizaria na América do Sul). 

Horas após sua chegada, Claire é surpreendida quando seu carcereiro a liberta e pede que tente fugir. Rodrigo, que está ferido, diz à Claire que o lugar está destruído. Um ataque à ilha havia liberado o tão conhecido vírus, e transformado todos ali em zumbis. Claire tenta, em um ato de desespero, contactar seu irmão através de um rádio.

A moça encontra outro sobrevivente na ilha, Steve. Apesar de tudo o rapaz tenta fugir sozinho, e Claire tenta sobreviver aos perigos que a aguardam na ilha. Entre esses perigos, estão inimigos nunca antes vistos, e as figuras maléficas dos irmãos Alfred e Alexia, descendentes de um dos fundadores da Umbrella.

Jogabilidade

A jogabilidade continua praticamente a mesmo dos jogos anteriores. São poucas as inovações nesse quesito. Porém, essas poucas inovações são surpreendentes. Muito do que já se viu anteriormente continua, como as portas fechadas, que só abrem com determinadas chaves ou brasões, computadores que precisam ser checados com cartões, etc. As inovações estão nos gráficos (mais detalhes logo abaixo), nas expressões faciais do personagens (algo até então inédito), entre outros. O sistema de câmeras foi melhorado, e desta vez, a visualização dos inimigos está mais fácil. Novas armas (como arco e flechas, que podem ser combinadas com pólvora, obtendo-se fechas com fogo) e inimigos também dão um tom de inovação ao jogo.

Após o fim do jogo, é liberado um modo de jogo chamado Battle Game, onde o objetivo do jogador é passar por salas cheias de montros (cada personagem apresenta determinado tipo de arma nesse modo), matando-os e tentando sobreviver até onde for possível. Esse modo de jogo introduziu a visualização em 1° pessoa, uma perspectiva inédita na série.

Gráficos


Já se pode perceber que inovações não faltaram em Code: Veronica, e no quesito “Gráficos”, a inovação foi significativa, pois este foi o primeiro Resident Evil a apresentar gráficos totalmente em 3D. As animações durante o jogo, que por sinal são muito realistas, e as expressões faciais encantaram os jogadores. Resident Evil Code: Veronica leva o Dreamcast quase a seu limite, e assume assim gráficos assustadoramente perfeitos para a época.

Andando por becos escuros, celas abandonadas, e salas suspeitas, o jogador poderá levar muitos sustos e, nada como um gráfico realístico para piorar (ou seria melhorar?) essa experiência.

Trilha sonora

A trilha sonora não fica atrás, e é considerada por muitos, como a melhor da série. Os sons do ambiente, a voz de cada personagem, o urro de monstros assustadores e desconhecidos, as músicas de fundo que dão um tom ainda mais assustador e o gemido de zumbis sedentos por sangue são perfeitos. Nada como um bom gemido de dor e desespero para amplificar uma experiência amedrontadora. Mas se engana quem pensa que só de músicas fúnebres vive o jogo.

A trilha sonora também leva o jogador a um suspense contínuo, e a um frio na barriga. Diversas vezes, a mudança da música de fundo pode levar o jogador a imaginar que algo não muito bom o espera logo à frente. 

Conclusão

Sendo um dos melhores games da série, e, por que não, do gênero Survival Horror, Resident Evil: Code Veronica é perfeito para quem gosta de “dar uns tirinhos em uns zumbis por aí”. Os fãs da série que ainda não tiveram uma oportunidade de jogá-lo se encantarão quando o fizerem. O jogo merece a admiração de todos, seja por seus gráficos muito evoluídos para um jogo do ano 2000, seja por sua trilha sonora assustadora. Resumidamente, esse jogo é obrigatório para todos aqueles que se consideram genuínos fãs da série Resident Evil.

Nota Final: 9,5

Comentários (2)

por em 15/07/11 (08:26)
Além de terem feito o REMAKE para o Ps2, farão um para o Ps3!!!

OMFG! Vou ter que tentar virar mais uma vez...
por em 22/03/11 (17:55)
otima analise chrono esse jogo é otimo