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Análise - Sherlock Holmes Vs. Jack The Ripper (Xbox360/PC) - By Chrono

Por: em 13/03/2011 - 14:40
1199 VisualizaçõesComentar (6)

Depois do triste episódio da LightDark (clique aqui para ver o que ela fez), podemos respirar mais tranquilamente. Por que? Porque conseguimos achar alguém que consegue escrever uma boa análise sem copiar de site nenhum. Apresento-lhes o nosso novo redator, Chrono, que já era atualizador, mas agora resolveu entrar pra equipe de redação. Fique agora com a sua análise.
 

p.s.: não mudei nada da análise dele, muito menos as próprias imagens. E para quem quiser se tornar redator também, o Tarsenus Challenge continua.

 

Sherlock Holmes Vs. Jack The Ripper (Xbox360/PC)

Criado por Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes é um dos personagens mais conhecidos e queridos da literatura mundial. Foi pensando nesse “carisma” do famoso detetive, que a Frogwares decidiu investir em jogos que trouxessem Holmes como personagem principal, em companhia de seu inseparável companheiro, o Dr. Watson, em busca de soluções para os casos mais variados. Desde o primeiro, “Sherlock Holmes and The Mystery of Mummy” foram diversos jogos lançados, e várias melhorias observadas, não só graficamente, como na jogabilidade, interatividade e na trilha sonora.

A Frogwares colocou o maior investigador da história da FICÇÃO contra o maior assassino REAL de que se teve notícia. Jack o Estripador, como passou a ser chamado, nunca foi preso, e sua identidade ainda hoje é desconhecida. Dessa forma, a Frogwares foi astuciosa, e conseguiu um enredo digno dos romances de Conan Doyle. Vale lembrar que todos os casos analisados por Holmes durante o percorrer do jogo são casos reais, inclusive com imagens reais dos assassinatos.
Conforma informado pela Frogwares, Sherlock Holmes Vs. Jack The Ripper (Sherlock Holmes contra Jack o Estripador) provavelmente será o ultimo jogo da série. Sendo considerado pela maioria dos fãs o melhor game protagonizado pelo detetive, o jogo merece uma análise mais completa e detalhada:

História

Como o jogo se baseia em investigações e interrogatórios, a história é um ponto crucial do jogo.

O ano é 1888. A história começa em Baker Street, moradia de Holmes. Watson e Holmes conversam, e o detetive afirma estar chateado, pois há tempos não aparece um caso digno de sua investigação. O jogador então, é transportado para um pequena animação, que o coloca na pele de Jack, que conversa com uma mulher. Após um breve diálogo, Jack mata a prostituta. No dia seguinte, Watson lê no jornal sobre um estranho assassinato de uma mulher, encontrada na uma rua, com o pescoço cortado profundamente, e com o abdômen aberto. A crueldade do assassino, e a falta de preparo da polícia em realizar investigações levam Holmes e Watson a investigarem por conta própria o estranho assassinato.

A partir daí, Holmes e Watson, juntos ou separados, passam a vagar pelas pobres ruas de Londres em busca de pistas. A busca é árdua e longa e, para conseguir certas informações, você deverá fazer “favores” para as pessoas que interroga, como investigar o sumiço de objetos pessoais, como bengalas, maletas e até mesmo corpos.

Jogabilidade

A jogabilidade é um ponto interessante do jogo. Uma das novidades em relação aos demais jogos é a possibilidade de exploração em 1° pessoa, ou 3°,caso o jogador já esteja acostumado com a perspectiva dos jogos anteriores. Com uma técnica de “aponte e clique”, o jogador deve investigar todos os ambientes, em busca de objetos suspeitos e testemunhas. A análise dos corpos das vítimas é feito com a velha “lupa” de Holmes. Para evitar uma possível classificação adulta do jogo, os corpos não são apresentados de forma 3D, como tudo no jogo, e sim em forma de “desenho” no chão.


Outro ponto que chama a atenção é a possibilidade de se reconstituir o crime, usando Watson como “vítima”. Nesse contexto, o jogador tem total liberdade, deduzindo se a vitima estaria, por exemplo, em pé ou deitada quando foi degolada, se o assassino é destro ou canhoto, entre outras possibilidades.

Todas as informações vão sendo armazenadas no “inventário”, e o jogador deve fazer como nas famosas tarefas escolares de ligue os pontos, ligando as informações em busca de possibilidades no caso. Algumas hipóteses também vão sendo adicionadas a um mural na casa de Holmes, onde é possível se verificar hipóteses como:

“O motivo do assassinato poderia ser por: Magia Negra, Vingança, Tráfico de Órgãos, Roubo” entre outras.

Diversos Puzzles precisam ser resolvidos durante o jogo, como a descoberta de códigos de cadeados, e o desvendamento de cartas em código.

Por esses pontos, a jogabilidade é um dos grandes, senão, o grande ponto positivo do jogo.

Gráficos

Por ser um jogo lançado no ano de 2009, os gráficos já são bem avançados. Apesar de um ou outro ponto fraco na questão gráfico, quase tudo é perfeito nesse quesito. Com uma ambientação 3D, os personagens são razoavelmente realísticos. Há uma boa variedade de prostitutas e vagabundo diferente nas ruas. Vale lembrar que, no visão em 3ª pessoa, os gráficos parecem mais detalhados. Já na visão em 1ª, o jogo perde um pouco de qualidade graficamente, mas a experiência de jogo é mais agradável.

Sherlock e Watson, logicamente, receberam um capricho a mais em sua caracterização. O jogador terá uma experiência gratificante andando pelas ruas de Londres, pois a desenvolvedora conseguiu reproduzir o bairro miserável fielmente, apesar de muitas das ruas parecerem praticamente iguais. Ás vezes, o jogador pode se sentir incomodado com a constante névoa que paira sobre determinados pontos da cidade.

Trilha sonora

A trilha sonora do jogo pode ser considerada mediana. Durante todo o jogo, é possível se ouvir uma música fúnebre ao fundo. Os diálogos são ótimos, e se encaixam perfeitamente em cada personagem. Na rua, podem-se ouvir os gritos de mulheres (prostitutas, uma vez que as investigações de Holmes são feitas sempre à noite) , cantorias de mendigos e bêbados, vendedores que gritam para atrair a freguesia. Os sons do ambiente foram bem situados. No entanto, a variação da trilha sonora praticamente não existe, e o jogador passará todo o jogo com a mesma “musiquinha” ao fundo.

Conclusão

“Sherlock Holmes Vs. Jack The Ripper” é o jogo ideal para quem busca um jogo longo, com enigmas, muito mistério e o melhor de tudo, muita investigação. Quem jogou os jogos anteriores vai se surpreender com as inovações e melhorias incontáveis e com as novas possibilidades que este último título apresenta. Os fãs do detetive mais eficiente e arrogante da história da literatura mundial ficarão boquiabertos com o enredo, que não fica devendo nada aos romances vividos por Holmes.

Nota Final: 9,0

 

Gostou da análise do nosso novo parceiro de redação? Então não deixe de parabenizá-lo nos comentários. É claro que o texto ainda possui alguns errinhos, mas ele conseguiu ser bom o suficiente para conseguir o cargo, e nada como a prática e o tempo não resolva. Até o próximo post, e não deixem de me enviar análises, eu ainda quero ver um quinto redator aqui no Mundo Emu!

Comentários (6)

por em 04/04/12 (17:24)
LOL
por em 13/03/11 (19:03)
Parabéns Chrono. Seja bem vindo ao time ;)
por em 13/03/11 (18:52)
Olha sinceramente não vi erro nenhum. E cara ei li tudo mesmo, e fiquei com raiva de não ter um xbox360 pra jogar esse jogo. Eu achei incrivél os elementos que o jogo na criação dos mistérios. Chrono tá de Parabéns eu repito não vi erro, mas não estou sendo contra o Tarsenus nem julgando ninguém. Mas você tá de parabéns analisé de cair o queixo.
por em 13/03/11 (14:44)
Parabens chrono,é assim que se faz x]
por em 13/03/11 (18:43)
^^ Vlw. Espero melhorar cada vez mais minhas análises.
por em 13/03/11 (18:52)
se nao melhorar eu ja tenho um caixao aqui x]-brinks