
O mercado de vídeo games, movimenta por ano, milhões e milhões de dólares, em 2008, este mercado chegou até mesmo a superar as bilheterias do cinema, valorizando ainda mais este mercado. Mas tudo seria ainda mais perfeito, se empresários do ramo de games não perdessem parte de seus lucros para uma prática que talvez chega à movimentar ainda muito mais dinheiro do que o comércio legal: a pirataria. Podemos citar exemplos dos jogos para o Nintendo Wii, entre eles o jogo Reed Steel 2 lançado ano passado, cujo as cópias originais, venderam um pouco mais de 500 mil cópias, enquanto o número médio de dowloads feitos por usuários passaram dos 850 mil, fora as cópias que são comercializadas ilegalmente nas ruas.
Como já sabemos, por muito tempo, empresas como Nintendo, SEGA, Sony e Micrsoft, tiveram seus produtos pirateados, destravados, clonados e sempre tentaram acabar com esta prática através de esquemas que na maioria das vezes falharam. Podemos citar o caso do game Cube, do qual os mini-DVD's foram desenvolvidos justamente para tentar acabar com a pirataria, uma vez que a leitura destes discos era feita de maneira inversa. Recentemente (como todos já devem saber), o Playstation 3, que até então era o único console que ainda não havia sido destravado, finalmente teve seu desbloqueio feito pelo hacker George Hotz, mas segundo ele, o desbloqueio não foi feito para rodar jogos piratas, porém a Sony tem feito de tudo para barrar os hackers que a cada dia emtram cada vez mais nos sistemas da Sony. Além da produtora do Palystation, a Nintendo também disse estar desenvolvendo um sistema anti-pirataria no 3DS, da qual alegou recentemente que eportátil será muito difícil de destravar, devido às atualizações que o aparelho receberá através do sistema Spoot Pass.

Mas pelo lado dos jogadores, a pirataria acaba sendo por muitas vezes, uma solução para que o consumidor possa ter acesso a produtos que muitas vezes estão fora de sua renda econômica. Como sabemos, maior parte do que pagamos pelos jogos originais são impostos, e o atual projeto Jogo Justo, tem defendido a comercialização de jogos sem a cobrança de impostos com o intuito de principalmente, diminuir a pirataria. Com isso, muitas pessoas, chegam até mesmo a se colocarem a favor do comércio ilegal, uma vez que os preços são acessíveis à grande maioria, ou em muitos casos, de graça.
Mas será que o Jogo justo seria uma solução para erradicar a pirataria?
Erradicar esta prática, é quase impossível, mas acredita-se que os jogos originais serão mais consumidos uma vez que o projeto é aprovado. Porém, não é correto afirmar que mesmo sendo aprovado, o projeto obterá sucesso .Basta observar a comercialização dos jogos para PC, pois como já sabemos, os jogos para esta plataforma, são muito mais baratos que os de video game, chegando as vezes a custar até mesmo 3 vezes menos, porém, mesmo assim o PC é uma das plataformas que mais sofrem com a pirataria e os dowloads gratuitos.

mas e para você? A pirataria deve ou não ser erradicada? Você é do tipo que defende as produtoras, uma vez que custa muito caro o desenvovimento de um jogo, e este lucro não deve ser perdido, ou é destes que não se sente obrigado em gastar mais de 200 reais em um jogo e prefere apelar para a pirataria, fazendo valer o seu "direito de ter"? Fica aberto o debate nos comentários, onde será bem-vinda a opinião de todos os usuários neste polêmico tema.